O comércio, até então, não foi afetado. A paralisação não envolve a Polícia Civil, que mantém o atendimento nas delegacias funcionando normalmente. Sobre a segurança nas ruas, o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares do RN, subtenente PM Eliabe Marques, disse ao G1 que as viaturas devem ficar aquarteladas e os efetivos que irão trabalhar serão suficientes apenas para garantir a segurança do patrimônio das próprias corporações.
“Somente nos últimos 5 anos, a defasagem acumulada nos salários passa dos 60%, além de ainda estarmos sem nenhuma previsão para o pagamento do mês de dezembro e do 13º salário de 2018. Sem falar do déficit na PM, que chega a 7 mil policiais”, pontuou Eliabe.
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