“Veja bem: naquela época, Robinson decretou a calamidade, assim como Fátima, mas o decreto não teve eficácia. Isso porque o Estado não fez o que a União pediu. E olhe que o perfil do novo presidente, Jair Bolsonaro (PSL), é de exigir muito mais do que isso”, analisou José Dionísio Gomes, professor da UFRN que já ocupou a titularidade da Controladoria Geral do Município de Natal.
De fato, o ministro da Economia do presidente Bolsonaro, Paulo Guedes, declarou que as privatizações são um dos pilares da nova gestão. E a Secretaria do Tesouro Nacional é uma das pastas do ministério de Guedes.
Nessa quarta-feira, no dia em que anunciou o decreto de calamidade financeira, Fátima Bezerra também marcou reunião com o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida. O contato deixou clara a intenção da petista de contar com a ajuda da União.
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