Os autores analisaram 570 sites dos Estados Unidos classificados por eles como produtores de conteúdo falso entre janeiro de 2015 e julho de 2018. As fontes de conteúdos falsos foram comparados com páginas e perfis de veículos tradicionais e pequenos de mídia bem como de cobertura segmentada em temas como negócios e cultura.
Segundo a análise, o engajamento (likes, compartilhamentos e comentários) com mensagens desses sites cresceu entre janeiro de 2015 e os meses finais de 2016, logo após as eleições presidenciais dos Estados Unidos. O grupo de sites estudado teve nível de engajamento semelhante às 38 principais páginas de mídia verificadas na pesquisa.
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