Entre as demandas em atraso de cumprimento está o pagamento do décimo terceiro salário; a reposição de subsídio; a majoração do vale alimentação (atualmente com valor defasado em R$ 10 e disponível somente aos policiais da capital); renovação do fardamento (visto que a última compra foi realizada em 2015); reforma e ampliação das unidades policiais e a retirada dos policiais militares do serviço nas unidades prisionais.
Para o subtenente Eliabe Marques, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), as condições de trabalho estão cada vez piores. “Para um serviço de segurança de excelência é preciso condições de trabalho legais, seguras e dignas”, reivindica o presidente.
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