As mensagens que levam aos depósitos vêm de números legítimos, efetivamente usados pelos contatos da vítima, o que faz com que ela seja levada a realizar as transferências. A conversa segue o mesmo roteiro, com o perfil, agora sob controle dos golpistas, perguntando em qual banco o alvo possui conta e, na sequência, solicitando o envio de pagamentos e prometendo um reembolso no dia seguinte, com a alegação de que o contato não seria capaz de realizar, ele próprio, o depósito.
De acordo com informações do UOL, desde março, pelo menos 20 políticos tiveram seus números clonados como parte do golpe. Estariam na lista, por exemplo, Carlos Marun, atual ministro-chefe da Secretaria de Governo, Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, Osmar Terra, líder da pasta de Desenvolvimento Social e Agrário e Fernando Coelho Filho, que dirigia o setor de Minas e Energia até abril deste ano.
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