Não há boas estatísticas para o Brasil, mas uma criança norte-americana, por exemplo, calcula-se uma média de três a quatro horas de TV por dia, fora as outras tecnologias. Para se ter uma ideia de como o acesso às telas é abusivo, a Academia Americana de Pediatria recomende o máximo de duas horas por dia – e crianças menores de dois anos a recomendação é totalmente restritiva: os pequenos não podem ver TV ou usar tecnologias eletrônicas.
Normalmente, quando os sinais “aparecem” a doença já está bastante avançada. É muito difícil os pais perceberem os problemas em sua fase inicial. Por isso, as avaliações de rotina são fundamentais.
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