O projeto ´Banco de Perucas´ começou há seis meses fruto de uma parceria entre a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e a Rede Feminina de Combate ao Câncer. Não há um levantamento da quantidade de perucas que foram produzidas nesse período. ´Como são personalizadas, não tem um número´, informou a assessoria da Agepen ao G1.
Toda a produção é entregue à Rede Feminina, responsável pela distribuição das perucas e fornecimento da matéria-prima. Além da parte social, o trabalho acaba estimulando as internas, que se profissionalizam na área e garantem remição de um dia pena a cada três de serviços prestados.
De acordo com a diretora da unidade penal, Leonice Miranda Rocha Guarini, o projeto é desenvolvido no presídio há cerca de seis meses. O projeto iniciou com uma palestra sobre os trabalhos desenvolvidos pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, inclusive com explicações sobre o destino dado às perucas e a importância de doações de cabelos. A ação sensibilizou e incentivou algumas reeducandas a doar os cabelos. As cinco custodiadas receberam curso de capacitação.
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